Chegou a altura de mudar o óleo do seu carro. Várias questões se fazem sendo a primeira, que tipo de lubrificante devo comprar? Ainda estão umas dicas para o ajudar.

á deve ter reparado que existe milhares de lubrificantes no mercado e é dificil saber qual é o certo para o seu carro. O nosso conselho é seguir as indicações que o fabricante do seu carro indica. É quem conhece melhor a sua viatura.


Devo substituir o óleo aos 10 ou 15 mil Km?

Os óloes de hoje em dia dividem-se em 3 categorias: sintéticos, semissintéticos e minerais. O mais aceite pelas fabricantes é o óleo sintético já que este permite que seja utilizado em qualquer tipo de combustão.

Não importa qual seja o óleo, esse deve ser sempre substituído dentro do periodo recomendado, mesmo que utilize muito ou pouco a sua viatura.

Mas a regra é geral, deve fazer sempre esta mudança entre os 10 e os 15 mil Km. Lembre-se que até os óleos têm uma data de validade, mesmo que não faça este Km’s o mesmo só dura entre 2 a 3 anos.

Até aqui tudo bem, mas que lubrificante devo comprar? Vamos então interpretar as letras de cada embalagem. Deixemos de parte os óleos minerais e pensar num sintético.

Exemplo: Lubrificante que tenha a sua nomenclatura 10W 40, o “10” é a fluidez do óleo e o “W” significa Inverno (em inglês – Winter). Então, de acordo com os padrões SAE, a fluidez do óleo no Inverno é normal-baixa quando se trata de arrancar com o veículo frio (quanto menor esse indice, mais fácil), em que o “40” representa o nível de viscosidade do óleo, quando o motor atinge a temperatura ideal e quente.


O código API. Gasolina ou Gasóleo

De acordo com o API (American Petroleum Institute), todos os óleos de motor dividem-se em duas categorias, cada uma contendo várias classes: S para motores a gasolina; C para motores a gasóleo.

Maior parte dos países, existem quatro classes aprovadas para cada tipo de motor. Gasolina é o caso do SJ (para motores fabricados antes de 2001), SL (adequado para unidades de potência produzidas antes de 2004), SM (motores produzidos em 2010 e anteriores) e SN (motores a partir de 2010).

No Diesel, os óleos de grau C são mais complexos. O CH-4, introduzido em 1998, é adequado para motores que funcionam com combustível de alta qualidade com conteúdo de enxofre até 0,5% de peso; o CI-4, introduzido em 2002, garante uma proteção confiável do motor e do sistema de escape dos depósitos de fuligem e evita o desgaste prematuro dos seus elementos.

Já o CJ-4 possui uma estabilidade à temperatura elevada, resistência à oxidação e vida útil mais longa, enquanto o CK foi desenvolvido para proteção de motores produzidos em 2017, podendo ser usados opcionalmente em modelos de motores anteriores.